[Resenha] Punho de Ferro - Arma Viva



Após ser submetido a um treinamento em artes marciais durante a infância na mística cidade de Kun Lun, o hoje bilionário Danny Rand desenvolveu uma poderosa energia espiritual, o chi, emergindo como um lutador incomparável. No entanto, apesar de todas as aparências, Rand não foi capaz de superar as perdas dos pais, tragédia que, concidentemente, o transformou num homem dotado de punhos destrutivos. Agora, devido a acontecimentos que estão além da sua compreensão, ele será atraído de volta parao lugar onde se tornou Punho de Ferro, a arma viva, tendo a chance de finalmente enterrar suas lamentações e abrir caminho para um futuro brilhante… ou não.

Nome Traduzido: Punho de Ferro – A Arma Viva
Editora: Marvel
Ano de Lançamento: 2016
Publicação: Relançamento Encadernado
Edições:  Iron Fist – The Living Weapon: #1 - #12




Assim como Demolidor, nunca havia lido nada dele. Mas ao contrário dele, sempre curti muito a ideia do Punho de Ferro. Sempre entendi ele como um lutador de Kung-Fu, rico, que resolveu colocar uma máscara e bater em bandidos por aí. Pessoalmente, acho isso bem legal. Bem, agora vamos pra resenha.

Punho de Ferro: Arma Viva é um arco que foi montado de forma interessante. Ele é uma história de origem da mesma forma que é uma aventura totalmente nova. Isso faz a história ficar versátil, atendendo tanto a leitores novos, quanto antigos.

O enredo alterna entre flashbacks do Danny com seus pais e entrando em Kun Lun e sua vida adulta. Honestamente, em alguns momentos me perdi nessa troca de momento, pois nem sempre aparece o Danny para ajudar a entender o momento histórico.

Uma coisa que achei bem legal, foi o tanto que se fala de Kun Lun. A cidade é basicamente um personagem, de tanto que podemos compreende-la. É bem mostrado seus costumes, seus ritos, e algo como um sistema de castas. Esses ensinamentos são ensinados tal forma, que o próprio Danny fica receoso em usar tecnologia, que é proibido, quando ele fica sem a habilidade de usar o Chi. Bem, não contarei como isso acontece, pois seria um tremendo spoiler.

O vilão que inicialmente aparece é o guerreiro imortal, conhecido como O Um. Na primeira aparição dele, O Um é mostrado apenas como a última prova de um guerreiro para se tornar o novo Punho de Ferro. Nesse ponto a história já mostra que ele seria o vilão, mas eu não conseguia entender isso. Bem mais pra frente comecei a entender o personagem, e aí sim entendi seu propósito.

A arte é um pouco diferente do normal. A arte seguiu uma caminho mais caricato do que as revistas comuns. Inicialmente não entendi o motivo. Mas conforme ia avançando na história e chegando mais pro final do segundo volume, vi que certos tipos de cenas não fariam o menor sentido se feita em um traço tradicional.

Agora, o final. Não vou contar nenhum spoiler, claro, mas preciso fazer um breve comentário. Eu estava, realmente gostando muito até esse ponto, mas quando chegou no “boss final” eu fui obrigado a rir. Ficou algo como um Super Sental Kung-Fu, Foi estranho, mas eu entendi o que eles quiseram fazer, e isso não diminuiu a qualidade da revista.

Punho de Ferro: Arma Viva  é um ótimo arco de origem/aventura, com bastante cenas épicas e muito kung-fu. Com um ritmo fenomenal e eletrizante a ação não para um minuto. Ao terminar, você consegue entender tudo por tras da vonta de Danny a Kun Lun e o motivo de sua partida, de forma que fica tudo bem amarrado.Gostei demais desse arco, e recomendo muito tanto para os fãs antigos, quanto para os novos

Ah, e como de costume, os quadrinhos tem algumas capas variantes. Esse arco conta com a melhor capa variante que já vi. Então resolvi compartilhar com vocês.


E ai? Gostou? Já leu? Ficou com vontade de ler? Falei alguma besteira? Fique a vontade em fazer seu comentário. Até a próxima!

Por: Filipe


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