[Resenha] Simplesmente o Paraíso, Julia Quinn


Título:Simplesmente o Paraíso
Autora: Julia Quinn
Série: Quarteto Smythe-Smith
Editora: Arqueiro
Páginas 277

 Honoria Smythe-Smith sabe que, para ser uma violinista ruim, ainda precisa melhorar muito…

Mesmo assim, nunca deixaria de se apresentar no concerto anual das Smythe-Smiths. Ela adora ensaiar com as três primas para manter essa tradição que já dura quase duas décadas entre as jovens solteiras da família. Além disso, de nada adiantaria se lamentar, então Honoria coloca um sorriso no rosto e se exibe no recital mais desafinado da Inglaterra, na esperança de que algum belo cavalheiro na plateia esteja em busca de uma esposa, não de uma musicista.
Marcus Holroyd foi encarregado de uma missão…
Porém não se sente tão confortável com a tarefa. Ao deixar o país, seu melhor amigo, Daniel, o fez prometer que vigiaria sua irmã Honoria, impedindo que a moça se casasse com pretendentes inadequados. O problema é que ninguém lhe parece bom o bastante para ela. Aos olhos de Marcus, um marido para Honoria precisaria conhecê-la bem (de preferência, desde a infância, como ele), saber do que ela gosta (doces de todo tipo) e o que a aflige (como a tristeza pelo exílio de Daniel, que ele também sente). Será que o homem ideal para Honoria é justamente o que sempre esteve ao seu lado afastando todo e qualquer pretendente?



Para aqueles leitores que acompanharam os livros dos irmãos Bridgertons, as meninas da família Smythe-Smith não são completas desconhecidas. Embora nos livros anteriores, elas só aparecessem durante a fatídica e única noite (Graças a Deus por isso) na qual as desafinadas meninas se apresentavam, Julia Quinn decidiu contar a história de quatro meninas dessa Família, começando por Honoria. 

Há um tempo atrás eu cheguei a perguntar a algumas pessoas se essa série era tão boa quanto dos Bridgertons e a resposta que obtive num geral era que a série era boa, mas era mais fraca que a série original.  De fato, lendo esse primeiro livro, o achei inferior aos livros da família Bridgerton, mas ainda assim vale muito a pena lê-lo.

O que mais gostei foi de ter essa visão diferente sobre a família Smythe-Smith. Como já citado, elas só apareciam nos livros anteriores durante o temível concerto anual, que era uma tradição na família delas. E nesse livro nós chegamos a conhecer mais sobre a rotina delas e também a relação delas com a música.

Honoria e Marcus conseguem nos convencer e encantar como um casal, embora eu ache que umas faíscas a mais não seria nada mal para o desenvolvimento da história. Ah, sem contar que meu Bridgerton favorito faz uma aparição próximo ao final do livro, o que só aumentou a sessão nostalgia.










0 comentários :

Postar um comentário